Feito para terapeutas integrativos
O Biovoxis é uma plataforma de apoio à análise integrativa, operada por um profissional. Quem tem login é você — a pessoa em assistência é um registro dentro do seu atendimento, criado por você e visível só para você.
Você cadastra a pessoa em assistência, conduz a coleta ou envia o link de gravação, lê o relatório e decide o que fazer com ele. O documento é material de apoio à sua análise: a leitura do caso continua sendo sua, e do começo ao fim a relação continua sendo entre vocês dois.
Esta página separa duas coisas que costumam ser vendidas juntas: para quem a plataforma serve, e em que situações outra ferramenta serve melhor. As duas listas estão aqui, com a mesma clareza, para você decidir em dez minutos de leitura.
Três perfis, um mesmo vocabulário
A plataforma foi construída em torno da consulta integrativa: atendimento longo, escuta do terreno, conduta que se ajusta ao longo de semanas. Quem trabalha assim reconhece o vocabulário do relatório na primeira leitura, e começa a usar no mesmo dia.
Naturopatas
As 14 seções seguem a lógica de quem já raciocina por terreno biológico — órgãos, meridianos, chakras, nutrição, carga tóxica — e a Ficha de Diátese complementa com o levantamento estruturado do terreno. O documento fala a sua língua desde a primeira página.
Terapeutas ortomoleculares
A leitura integrativa escrita por inteligência artificial declara suas bases: fisiologia integrada de Guyton & Hall, abordagem ortomolecular, o intestino como centro imune e hormonal na linha de Giulia Enders, e alimentação de baixo carboidrato. Você lê um texto já no vocabulário de nutrientes e função com que trabalha.
Demais práticas integrativas
Três idiomas — português, espanhol e inglês, inclusive no texto da inteligência artificial — e um registro comparável entre sessões. Você atende quem fala outra língua com o mesmo material de apoio, na língua em que conduz o atendimento.
O cadastro é por autodeclaração
Na criação da conta você declara que é terapeuta ou profissional da área integrativa e aceita os termos de uso. Há um campo Área de atuação — naturopatia, terapia ortomolecular, o que for o seu caso — e um campo Registro profissional marcado como opcional. Opcional de propósito: boa parte da área integrativa trabalha fora de conselho de classe, e quem trabalha assim entra hoje mesmo, com o cadastro que tem em mãos.
Se você tem conselho, as regras dele continuam valendo integralmente — sobre o que você pode afirmar, sobre o que pode assinar e sobre como divulga o seu trabalho. Cabe a você utilizar a ferramenta de acordo com as normas e exigências aplicáveis à sua atuação profissional.
Quatro situações de uso
São os quatro momentos em que uma coleta de voz muda alguma coisa concreta no seu atendimento — e cada um deles cabe na agenda que você já tem.
Primeira consulta: mapear o terreno
A primeira coleta é a linha de base: o ponto zero contra o qual todas as próximas serão comparadas. Ela entra no atendimento junto com a sua escuta e com a Ficha de Diátese — 133 perguntas em 19 seções, 9 colunas de somatório e os oligoelementos sugeridos, que a pessoa avaliada pode responder por link antes de sentar na sua frente. Você começa a consulta com o levantamento pronto.
Numa coleta isolada, o que você tem é uma fotografia de como os sistemas aparentavam estar funcionando naquele momento. O valor aparece na segunda.
Acompanhamento entre consultas
A seção Evolução desde a última análise e a tela Comparar coletas colocam duas coletas lado a lado, item a item, com a nota anterior na coluna Callback. O acompanhamento vira motivo de retorno, e cada consulta passa a apoiar-se na anterior. Junto vai a mudança mínima detectável daquela coleta: você sabe o que é mudança real e o que é variação de gravação.
O que vale acompanhar é o que se repete em mais de uma coleta, na mesma direção.
Texto do próprio relatório
Atendimento a distância
Você gera um link público e envia. A pessoa avaliada abre no celular ou no computador, lê o termo de consentimento, grava e envia. O link vale 7 dias e aceita até 3 envios, e a versão do termo aceita fica gravada junto com a coleta. Você atende quem mora longe mantendo o registro do consultório.
A mesma lógica serve para a Ficha de Diátese, que tem link próprio com validade de 30 dias. Em ambos os casos, quem interpreta o que voltou é você.
A pessoa que “já fez de tudo”
Quem chega com uma pasta cheia de documentos de vários profissionais, uma lista longa de suplementos e nenhum fio condutor. O relatório devolve estrutura a isso: de um catálogo de 1.075 itens pontuáveis, cerca de 1.045 indicadores são avaliados num relatório masculino e 1.052 num feminino — os itens de anatomia específica de cada sexo entram apenas no relatório correspondente —, os indicadores fora de faixa aparecem reunidos numa seção só, e a Síntese e Hipótese Central propõe por onde começar, sempre como hipótese de trabalho para você confirmar ou descartar.
Serve também para dar rumo à conversa: em vez de discutir sensações, você conduz o atendimento a partir do que está organizado e do que mudou desde a última vez.
A pessoa em assistência é um registro do seu consultório
Ela participa por onde você a convida: a página de gravação aberta pelo seu link e o formulário da Ficha de Diátese quando você envia. O resto do sistema é área sua.
O cadastro que você preenche tem nome completo, data de nascimento, sexo biológico, altura, peso, e-mail, telefone, cidade, estado e as medicações e suplementos em uso. Esses dados entram no relatório e deixam a leitura ajustada à pessoa que está na sua frente.
- O que a pessoa em assistência vê: apenas a página de gravação e o formulário da Ficha de Diátese, cada um pelo link que você envia.
- O que fica só com você: o relatório inteiro, as notas das outras coletas, os totais por coluna da Ficha de Diátese e os registros de todas as outras pessoas em assistência.
- Isolamento por conta: cada profissional alcança apenas os próprios registros, porque a regra mora no banco de dados e vale para toda a aplicação.
- Autenticação em dois fatores por aplicativo autenticador, disponível para qualquer conta — a proteção do prontuário do seu consultório fica na sua mão.
Consequência prática: toda explicação sobre o resultado passa por você — orientada e contextualizada por quem conhece o histórico e viu a pessoa. É o desenho que mantém o vínculo no consultório.
O que o consultório precisa ter
Um computador com navegador atual, um microfone razoável e uma sala silenciosa — e o próprio sistema orienta o resto na hora da coleta. Provavelmente você já tem tudo em mãos, e a primeira coleta cabe na consulta de hoje.
Tudo roda no navegador
Você lê o relatório na tela, imprime em PDF pelo próprio navegador e exporta em dois arquivos CSV — o Relatório Abrangente e o Relatório Vital. O documento sai do sistema no formato que o seu arquivo já usa, e a instalação fica de fora da conversa.
Cerca de dez minutos por coleta
Do cadastro da pessoa em assistência à leitura do relatório durante o atendimento. É tempo que cabe dentro de uma consulta que você já faz, e o que sai dela é uma leitura estruturada do caso. Ver como é uma coleta, passo a passo.
Quando outra ferramenta serve melhor
Quatro situações em que outro recurso resolve melhor. Descobrir isso agora, nesta página, custa bem menos do que descobrir depois, já no meio de um atendimento.
- Quando o que se procura é um valor de laboratório. A escala de 1 a 9 descreve uso, e não quantidade. Quem precisa saber quanto de uma substância existe no corpo precisa de um exame laboratorial, pedido por quem pode pedir.
- Quando a pergunta é de diagnóstico ou de medicação. O que sai do sistema é o Resultado da Avaliação Funcional, um documento educativo, de bem-estar integrativo. Nomear doença e decidir sobre medicação seguem com o profissional de saúde habilitado que acompanha a pessoa em assistência.
- Quando o documento precisa ter valor pericial. O relatório é de uso interno do seu atendimento, para conduzir e comparar consultas. Perícia, atestado e afastamento têm documentos próprios, emitidos por quem tem essa atribuição.
- Quando o objetivo é uma consulta avulsa. O que a plataforma entrega de melhor é a comparação entre coletas: a leitura de hoje ao lado da anterior, com a margem da própria medida separando mudança real de variação de gravação. Quem procura um documento único, de uma vez só, aproveita uma fração da ferramenta.
Ver como é uma coleta, passo a passo Ver as perguntas frequentes
Como explicar à pessoa em assistência, em três frases
São as mesmas três frases publicadas em Como funciona. Ditas assim, antes da gravação, elas resolvem a maior parte das perguntas que viriam depois e deixam a consulta seguir no que interessa.
O que vai acontecer
“Vou gravar dois minutos da sua voz lendo um texto. O resultado vem organizado em catorze seções, numa escala de 1 a 9 em que 5 é o equilíbrio.”
Onde esta leitura se encaixa
“É uma leitura funcional, de caráter educativo, que me ajuda a acompanhar você ao longo das consultas. Exame, diagnóstico e medicação continuam com o seu médico; isto aqui entra ao lado, como o registro do nosso acompanhamento.”
O que olhar daqui para a frente
“O que vale é o que se repetir na próxima coleta, na mesma direção.”
E quando vier a pergunta de “quanto” de alguma coisa existe no corpo, a resposta está no próprio relatório: a leitura descreve como os sistemas estavam funcionando no momento em que a voz foi registrada — lentos, equilibrados ou acelerados. É uma leitura de uso: diz se o corpo aparenta estar usando bem o que tem.
A interpretação e a decisão são suas
A plataforma organiza os indicadores e reúne o material de apoio. Tudo que vier depois disso — leitura, hipótese, conduta, conversa com a pessoa em assistência — é ato profissional seu, e a autoridade acompanha quem o pratica.
A leitura final é sua
Você é quem conhece o histórico, quem viu a pessoa e quem assume o que fizer com o documento. O sistema entrega cerca de 1.045 indicadores avaliados em 14 seções e a margem da própria coleta; a hipótese e a conduta ficam com você, que é quem tem contexto para formá-las.
O texto da inteligência artificial é apoio à leitura
A leitura integrativa é escrita para outro profissional de saúde. Ela sai em 11 seções fixas, terminando em Síntese e Hipótese Central e em 6 a 8 recomendações numeradas, cada uma justificada pelo achado que a motivou — o tempo que você gastava escrevendo volta para a consulta. É texto gerado por modelo de linguagem a partir das pontuações: serve para organizar o seu raciocínio, e você pode discordar de formulações. Trate-o como rascunho de trabalho entre profissionais, e não como parecer assinado para circular fora do atendimento.
Dois fatos operacionais úteis no dia a dia. O texto da inteligência artificial é gerado no momento da coleta e vive na tela, então exporte ou imprima antes de sair dela. E o que segue para o provedor do modelo são nome, idade, sexo biológico, altura, peso, IMC e as pontuações das seções — a gravação não vai para lá e também não fica armazenada aqui. Ela é processada e descartada na mesma sessão; o que permanece no registro da pessoa em assistência são os dados de frequência e as pontuações.
O termo de consentimento aceito pela pessoa avaliada, a divisão de papéis sob a LGPD — você como controlador desses dados, a Biovoxis como operadora — e os limites de uso do relatório estão escritos nos Termos de Uso e na Política de Privacidade. Sobre o áudio, sendo exato: o arquivo de gravação não é retido — ele é processado para a extração dos dados de frequência e descartado ao fim do processamento, na mesma sessão. Os dados de frequência e as pontuações seguem vinculados ao registro da pessoa em assistência, pelos prazos da Política de Privacidade.
Se você se reconheceu, comece pelo documento
Leia um relatório inteiro antes de qualquer decisão. Se depois disso fizer sentido para o seu consultório, fale com a gente — e só então olhe o preço.
Ver o relatório de exemplo Falar com a gente
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